6.2.07

BACK IN BUSINESS!

Depois de uma prolongada ausência, este post marca o regresso do IN SEGUROS à sua actividade regular.
O objectivo mantém-se: será o "jornal de parede" para os Clientes da nossa agência de seguros e nele daremos conta das novidades internas e externas que possam ser do interesse para quem nos honra com a presença no leque de Clientes da Ultraser e, em simultâneo, privilegia a net como forma de contacto e de obtenção de informações várias.

Fica o compromisso de actualização regular e o pedido de desculpas pela paragem verificada.

22.11.04

TÁS A OLHAR PRA MIM?


Na Churchill Insurance, uma seguradora britânica, deu entrada uma participação de sinistro invulgar. A viatura conduzida por um cavalheiro de Leeds com 58 anos de idade foi atacada por uma ovelha, sofrendo danos no valor de cerca de 1.800 euros. O homem, que passava férias na Escócia, presume que o ovídeo ficou enraivecido pelo seu próprio reflexo na porta da viatura...

9.11.04

OS PASSARÕES DE RAPINA

Qualquer relação comercial envolve o respeito por algumas normas de conduta de imprescindível aplicação. O cumprimento dessas normas evidencia o respeito pela ética própria da relação em causa e tem na sua origem o pressuposto de confiança recíproca.
Nos seguros, as coisas também podem ser vistas nesse prisma.
Um Mediador só pode agir em representação de qualquer companhia depois de aceite esse vínculo (por escrito) pela mesma. Isso implica que a seguradora reconhece ao agente a capacidade para a representar, sendo prática corrente que aos agentes com escritório sejam atribuídas algumas ‘regalias’ como a cobrança dos recibos dos Clientes que o agente angariou.
Embora soe imoral, quando o agente não vende seguros em quantidade suficiente para as expectativas da seguradora esta utiliza as ditas ‘regalias’ (e outras) para punir o baixo nível de produção. É uma espécie de castigo, pois priva os visados de uma excelente oportunidade de contacto com os Clientes e deixa no ar a hipótese de ter existido algum comportamento menos honesto por parte do cobrador. Esta hipótese ganha maior consistência quando são os Clientes os primeiros a tomarem conhecimento dessa ‘punição’, informados pela companhia antes do próprio mediador. E isto sim é mesmo imoral, tal como soa.
Devem ser escassas as seguradoras capazes de procederem desta maneira, mas representam uma forma de estar pouco consentânea com a realidade actual do mercado. Regra geral, são companhias pequenas e que sobrevivem apenas com base nos preços baixos que lhes alimentam uma quota de mercado volátil e lhes arruinam os relatórios de contas. Pouco lhes interessam os interesses das restantes partes envolvidas.
Uma apólice de seguro é um contrato legal que pode implicar pequenas fortunas, não é uma caneta ou um chapéu. As lojas dos trezentos da actividade seguradora são realidades perniciosas para o negócio e, na prática, para todos os intervenientes directos e indirectos nessa ligação contratual.
O problema é que só descobrimos o preço certo em euros da nossa decisão barata quando os problemas acontecem e estala o verniz...


27.10.04

A MAL AMADA

A franquia é um dos focos de conflito entre segurados e respectivas companhias. Poucos sabem que ela existe até ao dia em que um sinistro a exponha entre as parcelas negativas do recibo de indemnização. Em que consiste a franquia, já que é tão comum nas apólices de seguro?
A franquia é uma percentagem do valor do bem seguro ou do montante dos prejuízos que fica a cargo do tomador do seguro. Ou seja, tomando por exemplo os seguros 'contra todos os riscos' do ramo automóvel, se um veículo está seguro por €10.000 a franquia associada (na maioria dos casos) é de €200, dois por cento do valor da viatura. Isto implica que em caso de sinistro parcial, a companhia só paga a partir de €200 de prejuízo. Exemplo: danos no valor de €1.000, menos €200 da franquia, igual a €800 euros de indemnização.
Esta questão da franquia explica-se pelo facto de não ser viável a uma seguradora abrir processos de sinistro de valores irrisórios.

25.10.04

MEDICINA ALTERNATIVA

Um cirurgião plástico de New Jersey foi indiciado pela terceira vez por fraude relacionada com seguros. O doutor obteve dezenas de milhares de dólares em indemnizações por invalidez fictícia.
W. Lance Kollmer, com 56 anos de idade, enfrenta uma pena que pode atingir dez anos numa prisão federal e uma multa até 150 mil dólares.

20.10.04

REGRA PROPORCIONAL

É uma das maiores fontes de conflito entre segurados e respectivas companhias. Incide sobretudo no ramo Multirriscos e consiste, basicamente, no seguinte: sem tem um capital (recheio, por exemplo) de €10.000 mas só segurou €5.000 (metade), em caso de sinistro parcial só recebe metade do valor do prejuízo.
Esse é o principal motivo para justificar a actualização dos valores seguros, pois as seguradoras não deixam de aplicar a regra proporcional sempre que salta à vista a discrepância entre o valor constante na apólice e o valor real dos bens seguráveis.

18.10.04

CURSOS DE FORMAÇÃO

O Instituto de Formação Actuarial realiza duas acções de formação, a primeira das quais a decorrer nos dias 21 e 22 de Outubro, subordinada ao tema Teoria Geral do Seguro. Esta acção engloba a monitoragem de José Lius Pérez Torres, professor da Universidade de Barcelona.
A segunda acção de formação, com o tema O Contrato de Seguro - Marco Legal, decorrerá a partir do dia 28 de Outubro.
Em ambos os casos, o evento terá lugar nas instalações da Actuarial Consultadoria Lda, na Rua Viriato, 25-5º, podendo ser obtidas mais informações através do telefone 213524719.

OUTRA VEZ A EDITORA...

A DECO, pela voz do seu secretário geral, garantiu que a alteração ao quadro legal dos seguros de saúde será uma das principais batalhas daquele organismo em 2005. Em causa está a possibilidade de as seguradoras poderem anular um contrato quando este deixa de dar lucro. A possibilidade, pois em momento algum a DECO referiu o número de casos conhecidos em que tal tenha acontecido sem uma boa justificação. A realidade factual, contudo, fica muitas vezes alheia ao rigor desta instituição que parece ter-se desviado algures do bom caminho que a distinguiu.
Uma vez mais, a editora de livros e alegada associação de defesa do consumidor aponta baterias para a actividade seguradora. De resto, um alvo preferencial da DECO na sua ânsia desenfreada de projecção mediática...

12.10.04

A SAÚDE NÃO TEM PREÇO

Enquanto os teóricos debatem o esquema futuro da Saúde em Portugal, o esquema presente está a transformar-se num buraco negro. Mete dó visitar um hospital público. Enerva contemplar uma fila de cidadãos que esperam, a meio da madrugada, uma vaga para a consulta. Atemoriza o espectro de cairmos na alçada desta confusão.
Os seguros de saúde são, para lá de uma conta bancária desafogada, a única saída para quem pretende escapar ao inferno do Sistema Nacional (mesmo ponderadas as louváveis excepções).
São menos caros do que se presume, funcionam bem na esmagadora maioria das utilizações e oferecem-nos alternativas que podem fazer a diferença num momento complicado.
É vã a discussão acerca de qual o modelo ideal para o SNS quando se está na pele de quem sofre as consequências dos aspectos menos bons. Nesse contexto, um seguro de saúde é uma decisão de compra inadiável.
Se precisa de informação séria e em português corrente acerca do assunto, consulte um dos nossos sites aqui ou aqui. Mas melhor mesmo é pegar no telefone e ligar 219446015 ou 963049181. Nós esclarecemos sem meias-tintas.

8.10.04


SEGURO DIRECTO Em Washington D. C. um novo esquema fraudulento ligado aos seguros tem provocado alguma preocupação no sector. Falsos representantes da seguradora GEBCO impingem nas ruas(!) uma apólice inexistente do ramo automóvel. Depois de persuadirem os incautos e de cobrarem à cabeça e em dinheiro vivo o 'recibo do prémio', estes agentes postiços enviam documentos falsificados que confirmam perante o 'segurado' a existência de um contrato. Não vá a moda pegar no nosso país: nunca faça fé em que lhe tentar vender seguros na rua, como se fosse a enciclopédia britânica ou um brinquedo made in Taiwan...

7.10.04

A RAPINA DA AVE

A TVI noticiou hoje que o Sport Lisboa e Benfica aceitou um milhão de euros que uma companhia de seguros ofereceu para comprar o nome do pavilhão Borges Coutinho. Na prática, o clube da águia abdicou da homenagem a um grande benfiquista em prol de uma negociata de circunstância.
O vergonhoso precedente abre caminho para que se abastardem às claras os valores que deveriam nortear uma instituição do foro desportivo. Por outro lado, o Benfica deixa cair em definitivo o pudor que lhe restava em matéria de respeito pela sua história.
A Açoreana, seguradora cuja sigla ostenta uma ave de rapina, atirou-se aos restos mortais da mística encarnada e aproveitou a ocasião (legítima, do ponto de vista económico) para devorar um pouco da alma do maior clube do país.

6.10.04

ANTES QUE CHOVA

A Tranquilidade lançou uma promoção que inclui a oferta de um guarda-chuva, de uma manta ou de ambos. A promoção incide sobre diversos produtos para particulares, como o Seguro Automóvel, o Valor Habitar Mais (multirriscos habitação) e o Sanos (seguro de saúde). Para ter acesso ao chapéu de chuva, aos Clientes da Tranquilidade basta subscrever um dos produtos acima (desde que diferente dos que já possua). Para obter a manta, precisa de subscrever um par.
A esta promoção temporária, a Tranquilidade adiciona descontos aplicáveis ao novo produto adquirido e ao que já possuía. Por exemplo, um Cliente que tenha uma apólice do Ramo Automóvel e adquira uma das outras, ganha o chapéu de chuva, mais uma percentagem de desconto no seguro do carro e no seguro novo que subscrever.
As promoções não constituem, nem devem constituír, pretexto sério para a contratação de um seguro. Porém, visam chamar a atenção das pessoas para a existência de soluções para prevenir alguns pesadelos bem reais e oferecem um argumento acessório para acelerar uma decisão a nosso ver inadiável.
Caso ainda não tenha percebido, a Tranquilidade é nesta altura a melhor companhia do país. E se duvidava da preocupação da seguradora com a saúde e o bem-estar dos seus Clientes, a promoção em vigor desfaz qualquer renitência.


30.9.04


Na SEGURNET alastra um fenómeno estranho que afecta alguns clientes de uma seguradora nacional: desaparecem apelidos que constavam nos ficheiros das seguradoras onde esses clientes estavam colocados (antes de serem corridos por excesso de sinistros ou por falta de pagamento). Fala-se no virus 'finta ao sistema', um perigoso problema informítico provocado pela ânsia do telefonista virtual em concretizar objectivos de vendas. Uma interpretação mais benévola sugere que os nomes dos clientes problemáticos são alterados sem outra intenção que não a de reduzir o tamanho dos ficheiros...

ESPÍRITO SANTO

Duas companhias do Grupo Espírito Santo foram distinguidas pela revista Exame como as melhores do país.
A Tranquilidade foi a primeira classificada, o que não nos surpreende e confirma o acerto da nossa própria selecção.
Por outro lado, o BES foi designado como o melhor banco português por uma autoridade internacional na matéria.
A quem restem dúvidas, basta decifrar os sinais...

27.9.04

PARTICIPAÇÃO SINISTRA

Se havia dúvidas que há quem veja nas companhias de seguros uma espécie de Santa Casa da Misericórdia, uma recente participação de sinistro da Igreja Católica holandesa esclareceu os mais cépticos.
De acordo com o Diário de Notícias, a Igreja Católica holandesa participou um sinistro no âmbito da sua apólice de Acidentes de Trabalho colocada na Aegon. Trata-se de um abuso sexual praticado por um padre e respectivas consequências legais. Um abuso sexual, repito, que a Igreja Católica holandesa considera legítimo enquadrar juridicamente como um acidente de trabalho.
A Aegon, e muito bem, recusa o pagamento de uma indemnização com base em tal pretexto, até porque se abriria o precedente para uma aberração. Mas existe a possibilidade remota de os tribunais aceitarem a reclamação dos lesados.
Como se comenta um absurdo destes sem ofender a susceptibilidade de algumas pessoas? Com um silêncio ensurdecedor...

22.9.04

AXA NO VENDAVAL

A filial americana da companhia francesa AXA terá sofrido perdas avultadas na sequência da passagem dos furacões Charley, Frances e Ivan. Embora não tenha sido divulgado o montante das perdas, a A.M Best Co 'despromoveu' a AXA no seu ranking. É um indicador preocupante para o grupo AXA Re. E azarado, pois o grupo francês já havia anunciado em 2003 a sua estratégia de abandono progressivo do mercado americano.
Agora, talvez soprem mais fortes os ventos da retirada...

21.9.04

SABER NÃO OCUPA LUGAR

Para saber o essencial acerca de seguros sem perder muito tempo, visite este espaço do Centro Comercial Consumerista. Linguagem simples e directa, com um resumo do que é mais importante saber para um leigo.

18.9.04

EM OUTUBRO É A DOER

Relegue-se para segundo plano a discussão acessória se é correcto o caminho do castigo em detrimento do da prevenção, até porque interessa focar o interesse no ponto fulcral: a chacina nas estradas têm mesmo que acabar.
A partir de Outubro entram em vigor as coimas a sério para os prevaricadores. Destacamos apenas algumas, mas esperamos que sejam as suficientes para reconsiderar o seu comportamento na condução.

Velocidade superior em 60 Km/h ao limite dentro das localidades ou em 80Km/h fora das mesmas: 500 a 2500€.

Mais de 1,2 g/l de álcool no sangue: 2500€ mais dois anos de PRISÃO.

Estacionamento nas passadeiras passa a contra-ordenação grave: inibição de conduzir entre 1 mês e 1 ano.

Desrespeito por sinal de stop ou semáforo: inibição de conduzir entre 2 meses e 2 anos.

Transporte de crianças sem sistema de retenção: 120 a 600€ de coima.

Uso de telemóveis sem kit de mãos livres ou auricular: inibição de conduzir (entre 1 mês e 1 ano) mais 120 a 600€ de coima.

Falta de inspecção periódica: entre 250 e 1250€

E a terminar, uma que nos diz directamente respeito.

Circulação de veículos sem seguro: coima de 500€ (cem contos) a 2500€ (quinhentos contos).

E os requintes de 'crueldade' associados: ou paga na hora ou poderá ver apreendido de imediato o veículo e para recorrer da decisão terá que depositar o valor da coima prevista, passando a apenas 15 dias o prazo de defesa e regularização das coimas de pagamento diferido. A partir de dia 1. Do mês que vem...

16.9.04

NÚMERO DE CONTRIBUINTE

Passou a ser obrigatória a indicação do número de contribuinte à sua seguradora. É o que diz o Dec.-Lei 150/2004 e não vale a pena fazer batota porque os sistemas dão logo pelo logro.
Agora que já sabe, se é nosso(a) Cliente mande-nos por email, por fax, por telefone ou em pessoa, logo que possa. E se não é, mande-nos na mesma e pode ser o início de uma excelente relação comercial.

14.9.04

CARTA VERDE ASSINADA?

Um dos mais recentes rumores que nos chegam a propósito de exigências na papelada é o de que as autoridades exigem que os condutores mantenham a carta verde assinada. Há até quem afirme ter sido multado por esse facto. Custa-nos a crer.
De facto, consta no referido impresso uma chamada de atenção que diz o seguinte: este certificado só é válido quando assinado pelo Tomador do Seguro. Parece inequívoco quanto ao que implica. Porém, nenhuma seguradora o exige. Aliás, nenhuma seguradora invocaria a falta de assinatura numa carta verde para negar a validade de uma apólice!
Ou seja, a ser verdade estamos perante mais um excesso de rigor. E dos que podem custar caro às pessoas, considerando o hábito que muitos temos de deixar os documentos no carro, pois oferece de bandeja a nossa assinatura a eventuais ladrões para que possam mais facilmente falsificar documentos de compra e venda.
Daí, a nossa posição pessoal é a de não assinar o papel e a nossa recomendação profissional é de que cada um saberá de si. Só reafirmamos que desde que se cumpram os pressupostos óbvios (pagar o recibo, comunicar as alterações, etc.), o funcionamento prático do seu seguro automóvel em nada depende da dita assinatura.